Um trechinho do livro, que poderia resumir tudo de bom o que um cão pode fazer na vida das pessoas...
"Para um cão,você não precisa de carrões,de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?"Marley e eu
Trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=TtuSBvj977c
"Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida." São Francisco de Assis
domingo, 26 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Zé

Este foi um amor à primeira vista!
Em agosto de 2004 eu estava passeando na beira da praia em uma tarde ensolarada e fria, quando vi aquele cachorrinho pequeno andando pelo calçadão. Era ainda um bebê, a pouco deixado ali, bem perdido, atravessando a rua de um lado para o outro. Fiquei observando ele andar e logo fui ao encontro atravessando a rua no sentido contrário e alcançando ele, peguei-o no colo e disse: Vou levar!
Era um cachorrinho vira-lata, preto e branco, pelos quais já nem se definiam as cores de tão cheio de sarna que estava. Faminto, levei-o até a casa onde estava e dei-lhe comida. Mais tarde um banho para aliviá-lo da coceira. Só tinha um nome para ele: ZÉ!!!
Imediatamente levei o cãozinho em uma agropecuária e comprei medicamentos para vermes e apliquei ali mesmo. Naquele mesmo final de semana trouxe ele para Cachoeirinha onde permanece até hoje a minha história com o Zé.
O Zé, é o cão mais afetuoso e agradecido que conheci! Quando cheguei em casa com ele minha mãe e meu pai não acreditavam na sobrevivência dele ao ver o seu estado... Era um bichinho mal tratado, cheio de sarna e de doenças. Mas eu não me dei por convencida!!! Levei-o ao veterinário e em meio a muitos exames e medicamentos o Zé se recuperou muito bem. Foi crescendo, crescendo até que uma hora o meu pai já me dizia que não queria cachorro grande. Eu só rezava para o Zé parar de crescer.
Hoje ele é o meu fiel escudeiro. Quando estou em casa ele está sempre na minha volta e daquele tamanhão todo, deita sua cabeça no meu colo e passa horas ganhando cafuné. Querido, um doce é o nosso “cão de guarda”... a menos que você passe no portão e chame por ele insinuando um cafuné, ele se rende na hora. Muito brincalhão adora carregar tapetes, meias e o que achar de panos para sua casinha, ou melhor “casona”.
O que posso dizer é que AMO o Zé. É um amor que não sei explicar! Esta coisa de ter contribuído para salvar a vida dele me deixa emocionada até hoje, quando ele me olha e só falta dizer “Muito obrigada!”. Ele é um anjo, que sempre ta comigo, que me espera no portão e sacode o rabo fazendo festa por mais fria e chuvosa que esteja a noite. È um amigo, companheiro fiel.
Agradeço a Deus por ter colocado este anjo canino na minha vida.
Desejo, que as pessoas ajudem adotando estes cãezinhos de rua. Se elas soubessem o quanto eles são fiéis e amigos, jamais pensariam duas vezes ao sentir a vontade de adotar um cão de rua. Vale à pena!
terça-feira, 21 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
ONG
Pessoal! Existe um trabalho muito bonito, de uma ong aqui em Cachoeirinha. A Ong chama-se Onda Animal.
Acessem: www.onda-animal.com.br e se puderem de alguma forma ajudar, com certeza os cãezinhos sem um lar agradecem.
Bjs a todos!
Nati
Acessem: www.onda-animal.com.br e se puderem de alguma forma ajudar, com certeza os cãezinhos sem um lar agradecem.
Bjs a todos!
Nati
Nestor

Hummmm, este ser de origem felina, um "viralatês" puro, já deu o que falar...
Encontrado na praia, há aproximadamente 11 anos atrás, o Nestor é o vovô da casa... E como todo velhinho mimado e cheio de manias dá um trabalhão.
Lembro, que num inverno frio da praia o pai ligou para casa: " Natalia, achei dois gatinhos debaixo da bananeira e estou com eles aqui em casa"... Eram dois recém nascidos, e o pai tinha que dar mamazinho de seringa. Um deles, infelizmente não sobreviveu. Mas o Nestor, nossa este sim ficou forte e vive até hoje.
Como um bom gato vira lata e sem castração, ele é o ser m,ais rueiro que conheci. Daqueles de passar uma semana de festa e voltar todo machucado, com fome... Uma figura! há uns 5 anos atrás ele quase perdeu uma pata numa destas brigas de rua! Mas com todo o cuidado do mundo, medicação e várias idas ao veterinário não foi necessário amputá-la.
Folgado pra caramba, ele gosta de dormir no sofá da sala e nao ser interrompido. Adora um leitinho morno ( não pode ser quente nem gelado ) e odeia ração! Q costume hein seu Nildo???
Hoje velhinho e com apenas raspas de dente a comida dele é bem amassadinha, pois ele não mastiga mais...
Agora me perguntem: ele deixou de ser festeiro? Não, não deixou... Só diminuiu os dias... Agora ele fica um dia fora e dorme e come no outro dia para se recuperar.
Encontrado na praia, há aproximadamente 11 anos atrás, o Nestor é o vovô da casa... E como todo velhinho mimado e cheio de manias dá um trabalhão.
Lembro, que num inverno frio da praia o pai ligou para casa: " Natalia, achei dois gatinhos debaixo da bananeira e estou com eles aqui em casa"... Eram dois recém nascidos, e o pai tinha que dar mamazinho de seringa. Um deles, infelizmente não sobreviveu. Mas o Nestor, nossa este sim ficou forte e vive até hoje.
Como um bom gato vira lata e sem castração, ele é o ser m,ais rueiro que conheci. Daqueles de passar uma semana de festa e voltar todo machucado, com fome... Uma figura! há uns 5 anos atrás ele quase perdeu uma pata numa destas brigas de rua! Mas com todo o cuidado do mundo, medicação e várias idas ao veterinário não foi necessário amputá-la.
Folgado pra caramba, ele gosta de dormir no sofá da sala e nao ser interrompido. Adora um leitinho morno ( não pode ser quente nem gelado ) e odeia ração! Q costume hein seu Nildo???
Hoje velhinho e com apenas raspas de dente a comida dele é bem amassadinha, pois ele não mastiga mais...
Agora me perguntem: ele deixou de ser festeiro? Não, não deixou... Só diminuiu os dias... Agora ele fica um dia fora e dorme e come no outro dia para se recuperar.
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